A vacina previne contra a infecção causada pelos quatro sorotipos de dengue: DEN1, DEN2, DEN3 e DEN4. A eficácia na prevenção da doença é de 65,5%; na prevenção de dengue grave e hemorrágica é de 93% e de internação é de mais de 80%.

A vacina está licenciada para crianças a partir de 9 anos de idade, adolescentes e adultos até 45 anos e é recomendada para indivíduos previamente infectados por um dos vírus da dengue (soropositivos com ou sem história da doença).

Contraindicada para pessoas imunodeprimidas, Alergia grave (anafilaxia) a algum dos componentes da vacina, Gestantes, Mulheres amamentando.

Esquema de doses: Três doses com intervalo de seis meses.

CRIANÇAS DE 0 À 10 ANOS

A vacina é indicada para proteger contra o vírus da Febre Amarela. Recomendada para crianças a partir dos 9 meses de idade, pessoas residentes de regiões brasileiras classificadas como áreas de recomendação de vacinação, ou em viagem nacional/internacional de risco para a doença.

A comprovação de vacinação é exigida por alguns países a viajantes brasileiros, já que o Brasil é considerado endêmico para a doença.

**Veja mais em orientações para viajantes

ADULTOS DE 20 À 59 ANOS

A vacina é indicada para proteger contra o vírus da Febre Amarela. Recomendada para adultos não vacinados anteriormente, pessoas residentes de regiões brasileiras classificadas como áreas de recomendação de vacinação, ou em viagem nacional/internacional de risco para a doença.

A comprovação de vacinação é exigida por alguns países a viajantes brasileiros, já que o Brasil é considerado endêmico para a doença.

A vacina é contraindicada para mulheres amamentando bebês menores de seis meses de idade.

**Veja mais em orientações para viajantes

A vacina é composta por polissacarídeos da cápsula da bactéria (Salmonella typhi), fenol, cloreto de sódio, fosfato dissódico diidratado, fosfato monossódico diidratado e água para injeção. A vacina é inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Está indicada para crianças a partir de 2 anos de idade, adolescentes e adultos que viajam para áreas de alta incidência da doença, em situações específicas de longa permanência e após análise médica criteriosa e para profissionais que lidam com águas contaminadas e dejetos.

Esquema de doses: Uma dose. A vacina confere proteção por três anos, de modo que a revacinação pode ser recomendada após este período, se o risco de adoecimento persistir ou retornar.

CRIANÇAS DE 0 À 10 ANOS

É indicada para proteger contra o vírus da influenza (que causa a gripe) e contra as complicações da doença, principalmente as pneumonias bacterianas secundárias.

Indicada para crianças a partir dos seis meses de idade. Deve ser realizada anualmente.

ADULTOS DE 20 À 59 ANOS

É indicada para proteger contra o vírus da influenza (que causa a gripe) e contra as complicações da doença, principalmente as pneumonias bacterianas secundárias.

A vacina da gripe é contraindicada para pessoas com alergia grave (anafilaxia) ao ovo de galinha ou algum componente da vacina.

Esquema vacinal de uma dose aplicada anualmente.

IDOSOS 60+

É indicada para proteger contra o vírus da influenza (que causa a gripe) e contra as complicações da doença, principalmente as pneumonias bacterianas secundárias.

As pessoas maiores de 60 anos fazem parte do grupo de risco aumentado para as complicações e óbitos por influenza. A vacina quadrivalente (duas cepas de vírus A e duas cepas de vírus B) é preferível à vacina trivalente (duas cepas de vírus A e uma cepa de vírus B), por conferir maior cobertura das cepas circulantes.

A vacina da gripe é contraindicada para pessoas com alergia grave (anafilaxia) ao ovo de galinha ou algum componente da vacina.

Esquema vacinal de uma dose aplicada anualmente.

GESTANTES

É indicada para proteger contra o vírus da influenza (que causa a gripe) e contra as complicações da doença, principalmente as pneumonias bacterianas secundárias.

A gestante é grupo de risco para as complicações da infecção pelo vírus influenza. A vacina está recomendada nos meses de sazonalidade do vírus, mesmo no primeiro trimestre de gestação.

A vacina quadrivalente (duas cepas de vírus A e duas cepas de vírus B) é preferível à vacina trivalente (duas cepas de vírus A e uma cepa de vírus B), por conferir maior cobertura das cepas circulantes.

A vacina da gripe é contraindicada para pessoas com alergia grave (anafilaxia), a ovo de galinha, a algum componente da vacina ou a dose anterior.

A hepatite A pode ser prevenida pela utilização da vacina específica contra o vírus A, e está indicada para todas as pessoas a partir de 1 ano de idade. A principal via de contágio é a fecal-oral, por contato inter-humano ou por água e alimentos contaminados.

Esquema vacinal de duas doses com intervalo de seis meses.

ADULTOS DE 20 À 59 ANOS

A vacina previne contra a infecção do fígado (hepatite) causada pelo vírus da hepatite B. Recomendada como vacina de rotina para todas as pessoas previamente não vacinadas, ou sem o comprovante de vacinas.

Esquema recomendado de três doses

IDOSOS 60+

A vacina previne contra a infecção do fígado (hepatite) causada pelo vírus da hepatite B. Recomendada como vacina de rotina para todas as pessoas previamente não vacinadas, ou sem o comprovante de vacinas.

Esquema recomendado de três doses.

GESTANTES

A vacina previne contra a infecção do fígado (hepatite) causada pelo vírus da hepatite B. Recomendada para todas as gestantes em qualquer faixa etária e idade gestacional previamente não vacinadas, ou sem o comprovante de vacinas.

Esquema vacinal de 3 doses.

ADULTOS DE 20 À 59 ANOS

O herpes zóster, popularmente conhecido como “cobreiro”, é decorrente da reativação do vírus da varicela em latência (adormecida), ocorrendo em adultos e pacientes imunocomprometidos, como portadores de doenças crônicas, neoplasias e soropositivos entre outros. Sua principal complicação é a neuropatia pós-herpética, responsável por dor crônica e prolongada, de difícil controle e extremamente debilitante.

A vacina está licenciada para pessoas com 50 anos ou mais e é recomendada como rotina para maiores 60 anos de idade e também para aquelas que já desenvolveram a doença, sendo necessário aguardar o intervalo de 1 ano, entre o quadro agudo e a aplicação da vacina.

É contraindicada para pessoas imunodeprimidas, com histórico de alergia grave (anafilaxia) a algum dos componentes, pessoas com tuberculose ativa não tratada e gestantes.

IDOSOS 60+

O herpes zóster, popularmente conhecido como “cobreiro”, é decorrente da reativação do vírus da varicela em latência, ocorrendo em adultos e pacientes imunocomprometidos, como portadores de doenças crônicas, soropositivos, e neoplasias, entre outras doenças. Sua principal complicação é a neuropatia pós-herpética, responsável por dor crônica, prolongada, de difícil controle e extremamente debilitante.

A vacina está licenciada para pessoas com 50 anos ou mais e é recomendada como rotina para maiores 60 anos de idade e também para aquelas que já desenvolveram a doença, sendo necessário aguardar o intervalo de 1 ano, entre o quadro agudo e a aplicação da vacina, sendo o esquema vacinal de dose única.

É contraindicada para pessoas imunodeprimidas, com alergia grave (anafilaxia) a algum dos componentes da vacina, pessoas com tuberculose ativa não tratada e gestantes.

A vacina Hexavalente protege contra difteria, tétano, coqueluche, Haemophilus influenzae tipo b (HIb), hepatite B e poliomielite inativada dos tipos 1,2, e 3. É indicada para a imunização de rotina para crianças a partir de 2 meses de idade. O esquema básico de vacinação consiste em aplicações aos 2,4 e 6 meses de vida, com dose de reforço entre 12 e 18 meses.

CRIANÇAS DE 0 À 10 ANOS

A vacina Meningo B protege contra meningites e infecções generalizadas (doenças meningocócicas) causadas pela bactéria meningococo do tipo B.

É indicada para crianças a partir de 2 meses de idade e adolescentes, conforme recomendações das sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e Imunizações (SBIm). É recomendada também para adultos com até 50 anos, dependendo de risco epidemiológico, viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença, e para pessoas de qualquer idade com doenças que aumentem o risco para a doença meningocócica.

ADULTOS DE 20 À 59 ANOS

A vacina Meningo B protege contra meningites e infecções generalizadas (doenças meningocócicas) causadas pela bactéria meningococo do tipo B.

Indicada para adultos com até 50 anos, dependendo de risco epidemiológico, viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença, e para pessoas de qualquer idade com doenças que aumentem o risco para a doença meningocócica.

Esquema vacinal de duas doses com intervalo de dois meses.

CRIANÇAS DE 0 À 10 ANOS

A vacina ACWY protege contra meningites e infecções generalizadas (doenças meningocócicas) causadas pela bactéria meningococo dos tipos A, C, W e Y.

O uso da vacina no esquema de rotina é recomendado pelas Sociedades Brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm), para crianças a partir de 3 meses de idade, adolescentes e adultos. Indicada também para pessoas de qualquer idade com doenças que aumentem o risco para a doença meningocócica, e para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença.
A meningite meningocócica (infecção das membranas que recobrem o cérebro) é causada pela bactéria Neisseria meningitidis (meningococo) e é mais grave quando atinge a corrente sanguínea, provocando meningococcemia — infecção generalizada.

Cinco tipos (sorogrupos) de meningococo causam a maioria dos casos de DM. São eles: A, B, C, W e Y. A importância de cada um varia conforme o país ou região, e também ao longo do tempo. A vacinação é a principal forma de prevenção da doença meningocócica, e pessoas não vacinadas de qualquer idade estão vulneráveis, sendo mais frequente a doença em crianças menores de 5 anos. As vacinas contra os tipos (sorogrupos) A, B, C, W e Y são seguras e com boa eficácia (em média, mais de 95% dos vacinados ficam protegidos).

ADULTOS DE 20 À 59 ANOS

A vacina ACWY protege contra meningites e infecções generalizadas (doenças meningocócicas) causadas pela bactéria meningococo dos tipos A, C, W e Y.

O uso da vacina no esquema de rotina é recomendado pelas Sociedades Brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm), para crianças a partir de 3 meses de idade, adolescentes e adultos. Indicada também para pessoas de qualquer idade com doenças que aumentem o risco para a doença meningocócica, e para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença.

A meningite meningocócica (infecção das membranas que recobrem o cérebro) é causada pela bactéria Neisseria meningitidis (meningococo) e é mais grave quando atinge a corrente sanguínea, provocando meningococcemia — infecção generalizada.
A vacinação é a principal forma de prevenção da doença meningocócica, e pessoas não vacinadas de qualquer idade estão vulneráveis, sendo mais frequente a doença em crianças menores de 5 anos. As vacinas contra os tipos (sorogrupos) A, B, C, W e Y são seguras e com boa eficácia (em média, mais de 95% dos vacinados ficam protegidos).

Para adultos, esquema de vacinação com uma dose.

IDOSOS 60+

A vacina ACWY protege contra meningites e infecções generalizadas (doenças meningocócicas) causadas pela bactéria meningococo dos tipos A, C, W e Y.

O uso da vacina é indicado para pessoas de qualquer idade com doenças que aumentem o risco para a doença meningocócica, e para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença.

A meningite meningocócica (infecção das membranas que recobrem o cérebro) é causada pela bactéria Neisseria meningitidis (meningococo) e é mais grave quando atinge a corrente sanguínea, provocando meningococcemia — infecção generalizada.
A vacinação é a principal forma de prevenção da doença meningocócica, e pessoas não vacinadas de qualquer idade estão vulneráveis, sendo mais frequente a doença em crianças menores de 5 anos. As vacinas contra os tipos (sorogrupos) A, B, C, W e Y são seguras e com boa eficácia (em média, mais de 95% dos vacinados ficam protegidos).

A vacina HPV Quadrivalente protege contra infecções persistentes e lesões pré-cancerosas causadas pelos tipos de HPV 6,11,16,18. Também previne o câncer de colo do útero, da vulva, da vagina, do ânus e verrugas genitais (condiloma). A vacina é inativada, portanto, não tem como causar a doença.

É recomendada a partir dos 9 anos de idade, com esquema vacinal de três doses.

Contraindicada para gestantes e pessoas que apresentaram anafilaxia após receber uma dose da vacina ou a algum de seus componentes.

CRIANÇAS DE 0 À 10 ANOS

A vacina pneumocócica conjugada 13-valente (VPC13) previne cerca de 90% das doenças graves (pneumonia, meningite e otite) em crianças, causadas por 13 sorotipos de pneumococos.

É indicada para crianças a partir de 2 meses de idade além de adolescentes, adultos e portadores de algumas doenças crônicas.

IDOSOS 60+

A VPC13 é composta de 13 sorotipos de Streptococcus pneumoniae (pneumococo). A bactéria pneumococo é responsável por infecções nos pulmões e ouvidos, por meningite e infecções do sangue (bacteremia e sepse), e a doença pneumocócica.

A doença pode ser prevenida através da vacinação, e está indicada para as pessoas maiores de 60 anos. Recomenda-se esquema com as vacinas VPC13 e VPP23.

CRIANÇAS DE 0 À 10 ANOS

A vacina da Pneumo 23 protege contra doenças causadas por 23 tipos de pneumococos. Indicada para crianças acima de 2 anos, adolescentes e adultos que tenham alguma condição de saúde que aumenta o risco para doença pneumocócica (diabéticos, doenças cardíacas e respiratórias graves; sem baço ou com o funcionamento comprometido desse órgão; imunossuprimidos, anemia falciforme, entre outras), e para pessoas a partir de 60 anos. Qualquer pessoa pode ter doença pneumocócica, porém a idade e certas condições de saúde são os principais fatores de risco, incluindo crianças menores de 5 anos e idosos.

O pneumococo é responsável por infecções nos pulmões e ouvidos, por meningite e infecções do sangue (bacteremia e sepse), podendo ser prevenida com vacinação. A vacina da Pneumo 23 não é recomendada como rotina para crianças, adolescentes e adultos saudáveis.

ADULTOS DE 20 À 59 ANOS

A vacina da Pneumo 23 protege contra doenças causadas por 23 tipos de pneumococos. Indicada para adultos que tenham algum problema de saúde que aumenta o risco para doença pneumocócica (diabetes, doenças cardíacas e respiratórias graves; sem baço ou com o funcionamento comprometido desse órgão; com problemas de imunidade, anemia falciforme, entre outras condições), e para pessoas a partir de 60 anos.

O pneumococo é responsável por infecções nos pulmões e ouvidos, por meningite e infecções do sangue (bacteremia e sepse), podendo ser prevenida com vacinação. A vacina da Pneumo 23 não é recomendada como rotina para crianças, adolescentes e adultos saudáveis.

IDOSOS 60+

A vacina da Pneumo 23 protege contra doenças causadas por 23 tipos de pneumococos. Indicada para pessoas que tenham algum problema de saúde que aumenta o risco para doença pneumocócica (diabetes, doenças cardíacas e respiratórias graves; sem baço ou com o funcionamento comprometido desse órgão; com problemas de imunidade, anemia falciforme, entre outras condições), e para pessoas a partir de 60 anos.

A vacina da Pneumo 23 não é recomendada como rotina para adultos saudáveis.

Esquema vacinal de duas doses com intervalo de 5 anos.

A vacina é composta por vírus inativados (mortos) da raiva, portanto, não tem como causar a doença.

Esta vacina é indicada a todas as pessoas que sofreram acidentes com animais (mordeduras ou lambeduras) que representem risco para a doença, de acordo com critérios que levam em consideração o local e o tamanho do ferimento e o grau de suspeita de raiva no animal envolvido, após avaliação pelo profissional de Saúde. Dependendo do caso, pode ser necessário, além da vacina pós-exposição, a administração do soro ou da imunoglobulina antirrábicos.

O esquema de pré-exposição é recomendado para prevenção da doença em pessoas que estão em risco permanente, como profissionais que lidam com animais (veterinários, tratadores), que se expõem a animais (exploradores de cavernas com morcegos, trabalhadores de parques e reservas animais, viajantes para áreas de risco) e que se expõem ao vírus (profissionais de laboratórios que analisam e testam os vírus da raiva, que os cultivam para produzir a vacina).

A vacina oral atenuada pentavalente (VR5) é composta por cinco tipos de rotavírus enfraquecidos dos sorotipos G1, G2, G3, G4 e P1A. É indicada para a prevenção de gastroenterites (infecções do trato gastrointestinal). O esquema vacinal consiste em três doses, aos 2, 4 e 6 meses de idade, por via oral.

Esta vacina é contraindicada para crianças com doença do aparelho gastrintestinal ou história prévia de invaginação intestinal ou na presença de imunodepressão severa.

CRIANÇAS DE 0 À 10 ANOS

A vacina previne contra difteria, tétano e coqueluche. É indicada para reforço das vacinas DTPa ou DTPw em crianças a partir de 3 anos de idade, adolescentes e adultos e gestantes a partir de 20 semanas de gestação.

Todas as pessoas que convivem com crianças menores de 2 anos, incluindo familiares, babás, cuidadores e profissionais da saúde, devem também se vacinar para assim reduzir o número de casos de transmissão da coqueluche, que pode causar pneumonia, convulsões, comprometimento do sistema nervoso e morte. Quanto mais novo é o bebê, mais grave é a manifestação da doença, que muitas vezes exige internação em Centros de Tratamento Intensivo (CTI). Em adultos, pode parecer um resfriado, sem muitos sintomas.

A Coqueluche, conhecida como “tosse comprida”, é causada pela bactéria Bordetella pertussis, que vive na garganta das pessoas, sendo transmitida através de gotículas de saliva ao falar, tossir ou espirrar.

ADULTOS DE 20 À 59 ANOS

A vacina previne contra difteria, tétano e coqueluche. Pode ser administrada como dose de reforço para o esquema de dT (difteria e tétano) ou continuidade para esquema incompleto ou não vacinados.

Todas as pessoas que convivem com crianças menores de 2 anos, sobretudo bebês com menos de 1 ano, incluindo familiares, babás, cuidadores e profissionais da saúde devem se vacinar, visando reduzir o número de casos de transmissão da coqueluche para as crianças menores de 2 anos, que podem manifestar a condição com complicações como pneumonia, convulsões, comprometimento do sistema nervoso e morte.

A Coqueluche, conhecida como “tosse comprida”, é causada pela bactéria Bordetella pertussis, que vive na garganta das pessoas, sendo transmitida de uma pessoa para outra através de gotículas de saliva ao falar, tossir ou espirrar.

IDOSOS 60+

A vacina previne contra difteria, tétano e coqueluche. Pode ser administrada como dose de reforço para o esquema de dT (difteria e tétano) ou continuidade para esquema incompleto ou não vacinados.

Todas as pessoas que convivem com crianças menores de 2 anos, sobretudo bebês com menos de 1 ano, incluindo familiares, babás, cuidadores e profissionais da saúde devem se vacinar, visando reduzir o número de casos de transmissão da coqueluche para as crianças menores de 2 anos, que podem manifestar a condição com complicações como pneumonia, convulsões, comprometimento do sistema nervoso e morte.

A Coqueluche, conhecida como “tosse comprida”, é causada pela bactéria Bordetella pertussis, que vive na garganta das pessoas, sendo transmitida de uma pessoa para outra através de gotículas de saliva ao falar, tossir ou espirrar.

GESTANTES

A vacina previne contra difteria, tétano e coqueluche e é recomendada aplicação em todas as gestações a partir de 20 semanas pois além de proteger a gestante e evitar que ela transmita a Bordetella pertussis ao recém-nascido, permite a transferência de anticorpos ao feto protegendo-o nos primeiros meses de vida, até que o bebê possa iniciar o esquema vacinal. Caso a mulher não tenha se vacinado na gestação, pode ser imunizada no puerpério(período que decorre desde o parto), o mais precocemente possível.

A Bordetella pertussis é a bactéria que causa a Coqueluche, conhecida como “tosse comprida”, que vive na garganta das pessoas, sendo transmitida de uma pessoa para outra através de gotículas de saliva ao falar, tossir ou espirrar.
A coqueluche pode causar em crianças menores de 2 anos pneumonia, convulsões, comprometimento do sistema nervoso e morte. Quanto mais novo é o bebê, mais grave é manifestação da doença, que muitas vezes exige internação em Centro de Tratamento Intensivo (CTI). Em adultos, pode parecer um resfriado, sem muitos sintomas.

A vacina protege contra o sarampo, caxumba e a rubéola por meio de vírus vivos atenuados (“enfraquecidos”). É considerado protegido todo indivíduo que tenha recebido duas doses da vacina, com intervalo mínimo de um mês entre elas.

É contraindicada a vacinação em gestantes, pessoas com comprometimento da imunidade por doença ou medicação, história de anafilaxia (reação alérgica) após aplicação de dose anterior da vacina ou a algum componente que esteja presente em sua composição.

Na sua composição contém traços de proteína do ovo de galinha, usado no processo de fabricação da vacina. Porém a maioria das pessoas com história de reação anafilática a ovo não tem reações adversas à vacina e, mesmo quando a reação é grave, não há contraindicação ao uso se observado que estas pessoas, por precaução, sejam vacinadas em ambiente hospitalar ou outro que ofereça condições de atendimento de anafilaxia.

CRIANÇAS DE 0 À 10 ANOS

A vacina contém vírus vivos atenuado da varicela, além de gelatina, traços de neomicina e água para injeção. Não contém traços de proteína do ovo de galinha. É recomendada de rotina para crianças a partir de 12 meses. Todas as crianças, adolescentes e adultos suscetíveis (que não tiveram catapora) devem ser vacinados.

A vacina varicela é contraindicada para gestantes ou mulheres em idade fértil que pretendem engravidar dentro de um mês, pessoas que tiveram anafilaxia causada por qualquer um dos componentes da vacina ou após dose anterior. Pessoas com deficiência do sistema imunológico, seja por doença ou tratamento imunossupressor, devem conversar com um médico sobre a situação pois muitas vezes os danos causados pelo adoecimento é maior que o risco oferecido pela vacina.

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomendam duas doses da vacina varicela: a primeira aos 12 meses e a seguinte entre 15 e 24 meses de idade. Essas doses coincidem com o esquema de vacinação da vacina tríplice viral (sarampo, caxumba rubéola) e, portanto, o uso da vacina tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela) pode ser adotado.

ADULTOS DE 20 À 59 ANOS

A vacina contém vírus vivos atenuado da varicela, além de gelatina, traços de neomicina e água para injeção. Não contém traços de proteína do ovo de galinha. Devem se vacinar todos os adultos suscetíveis (que não tiveram catapora), com esquema de duas doses e intervalo de 2 meses entre elas.

A vacina varicela é contraindicada para gestantes ou mulheres em idade fértil que pretendem engravidar dentro de um mês, pessoas que tiveram anafilaxia causada por qualquer um dos componentes da vacina ou após dose anterior. Pessoas com deficiência do sistema imunológico, seja por doença ou tratamento imunossupressor, devem conversar com um médico sobre a situação pois muitas vezes os danos causados pelo adoecimento é maior que o risco oferecido pela vacina.

Calendário de vacinação SBIm

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